"Nem sempre sou igual ao que digo e escrevo
Mudo, mas não mudo muito
A cor das flores não é a mesma ao Sol
De que quando uma nuvem passa
Ou quando entra a noite
E as flores são cor da sombra.Mas quem olha bem vê que são as mesmas flores..."
Quando li esse trecho de Alberto Caeiro pela primeira vez, me identifiquei claramente com a flor, que muda com as situações mas nunca deixa de ser a mesma. A mesma flor!
Quero me dar a obrigação de escrever. Escrever redações, cartas, poemas. Pois um dia, quem sabe, me verei obrigada a escrever projetos, dissertações, teses... E quando esse dia chegar quero saber traduzir clara e plenamente em palavras tudo o que passar pela minha mente.
Ah, e as hortênsias são do jardim da casa onde passei boa parte da minha infância (casa da vó, sabe?), mas sobre ela fica pra outra hora.
Ah, e as hortênsias são do jardim da casa onde passei boa parte da minha infância (casa da vó, sabe?), mas sobre ela fica pra outra hora.
Sejam bem vindos!
Beijos